CAPITULO 32 - AS ARMAS DA JUSTIÇA
EGITO - MUNDO DO ARQUITETO
O Arquiteto, estende sua mão, e atira um raio gigantesco, Saga pula para não ser atingido mas é em vão, a ataque é mais rápido do que a luz e atinge-o onde estiver, Saga é jogado longe destruindo varias casas de palha africanas por onde passa, até parar numa delas, o Arquiteto dispara novamente, mas contra a casa que Saga está, Saga pula rasgando o teto de palha da casa para fugir, mas é em vão o raio muda de direção sobe e o atinge jogando-o longe destruindo pequenos pedaços de sua nova armadura, Saga cai em cima de uma estátua de homenagem a guerra da Alemanha.
ARQUITETO: Cavaleiro, você não intende, é inevitável, o recomeço é um fenômeno natural, a terra precisa ser purificada com um novo recomeço, esse é o ciclo da terra, creio que o motivo pelo tal é por humanos como vocês que não tem o mínimo senso de diferença entre humanos e deuses.
SAGA: Arquiteto, se acha que eu vou aceitar esses fatos você está muito enganado, você... vai morrer aqui mesmo.
ARQUITETO: pobre homem, encontra-se em perturbação depois de saber sobre seu fúnebre futuro, darei a você uma morte rápida, sinta a dor de todas as catástrofes históricas. HISTORIC CATASTROPHE (CATASTROFES HISTÓRICAS)
O Arquiteto cruza os braços no meio do peito e atrás dele começa a aparecer várias cenas de catástrofes da história da humanidade, pestes, maremotos, vulcões, terremotos, guerras, entre outras, todas as imagens se reúnem dentro do Arquiteto, as mãos dele começam a brilhar, ele leva elas fechadas uma para cada lado, na altura da cintura, e então num movimento como se tivesse levantando algo para cima com mas mãos abertas ele as ergue, nisso toda energia das catástrofes históricas surgem brotando do chão de todos os lados em volta de Saga, vão até mais acima dele, e caem ao mesmo tempo causando uma explosão astronômica.
ARQUITETO: Sua morte apenas foi adiantada cavaleiro.
Depois da fumaça sumir aparece Saga muito ferido com sua nova armadura muito rachada se levantando vagarosamente com muita dor.
ARQUITETO: Mas como isso é impossível, você recebeu diretamente o ataque e ainda continua vivo.
SAGA: Arquiteto, eu disse que você iria morrer aqui, e eu não posso morrer antes disso acontecer, minha nova armadura me salvou a vida, se fosse a antiga eu nesse momento estaria em pedaços.
ARQUITETO: Insolente, imagino que sua armadura não o protegerá de um próximo ataque, já que você não pode fugir dos meus golpes, acabarei com você com meu golpe novamente, morra!!!
SAGA (Pensando): É agora eu só tenho essa oportunidade, a defesa dele é impenetrável, mas quando ele se concentra em seus ataques ele baixa sua defesa, nesse momento eu tenho que contra-atacar, a outra dimensão não surte muito efeito, mas com esse braço desse jeito não me arriscaria a mandar uma Explosão Galáctica, senão poderia ficar dois braços inutilizados..
ARQUITETO: É o seu fim morra cavaleiro. HISTORIC CATASTROPHE (CATASTROFES HISTÓRICAS)
SAGA: Não importa, darei tudo de mim nesse ultimo ataque, não poderei disperdiçar essa chance.
Enquanto ele concentra o cosmo, Saga com o braço direito sem movimento corre com o esquerdo para trás e manda sua GALAXIAN EXPLOSION (EXPLOSÃO GALACTICA) com apenas seu braço esquerdo, junto com o ataque do Arquiteto, Saga acerta-o , é uma estrondosa Explosão Galática a luz da explosão vai tomando tudo e levando o Arquiteto junto com ela, nesse momento o braço da armadura de ouro começa a ficar todo despedaçado, porém ainda preso, mas as veias, vasos sanguineos, músculos, osso começam a quebrar e romper, o sangue transborda pelas fendas da armadura, Saga sofre muito com a dor durante o golpe, e logo em seguida o golpe do Arquiteto que brotava do chão atinge Saga só que não diretamente, mas novamnete causando outra grande explosão.
Um silencio depois da tempestade toma o lugar, a poeira vai baixando e todo ensangüentado e com sua nova armadura em estado lastimável Saga se levanta.
SAGA: Eu consegui, não imaginava que seria capaz de lançar uma Explosão Galáctica a toda força com apenas um braço, mas também meu braço está praticamente inultilizavel.
SAGA: Meu outro braço, estou começando a sentir ele formigar, parece que aos poucos ele está voltando ao normal.
De repente Saga escuta um barulho.
SAGA: Não é possível!!
E a frente dos olhos de Saga surge o Arquiteto que lança um raio que joga Saga longe novamente.
ARQUITETO: Sinto lhe dizer mas é preciso muito mais que essa sua Explosão Galática para me deter....Cavaleiro!
E na outra sala, Mu encara o fornecedor, olhos nos olhos...
FORNECEDOR: E então Cavaleiro, não irá me atacar??
MÚ: ......
FORNECEDOR: Então eu o farei...
O local onde eles estão parece mais um jardim, muito florido, com animais, um paraíso.
Nesse momento o fornecedor dispara vários raios de cosmo na direção de Um, que para defender abre sua CRISTAL WALL (MURO DE CRISTAL), porém no momento que ele levanta sua parede defensiva, ela começa a bambear como se fosse uma folha de papelão no vento, Mu sentido que sua barreira poderia ser usada contra ele novamente ele cessa o cristal wall e esquiva dos raios que vem em sua direção com dificuldades pulando para trás.
Mu cai agachado.
FORNECEDOR: Hum, bom, sabia que eu poderia manipular sua barreira e a retirou, inteligente, mas sabe que isso não adianta, para falar a verdade nada adianta, você vai morrer aqui.
Mu fica com uma expressão estranha como se não quisesse ouvir o fornecedor, e parte para cima dele correndo, por onde passa pelo campo, as flores vão levantando com se fossem poeira, Mu prepara-se para dar um soco, no fornecedor, que apenas esquiva com facilidade.
Mú fica tentando acertá-lo com socos e chutes, mas não consegue acertar nada perante a velocidade de esquiva do fornecedor.
FORNECEDOR: Com essa velocidade nunca conseguirá nada, como eu já disse.
Ao esquivar de um golpe de Mu ele solta um raio que o joga longe, mas mesmo sendo atingido e jogado longe, rapidamente Mu se levanta como se nada tivesse acontecido, apesar dele ter se machucado, e começa a soltar vários raios na direção do Fornecedor, que apenas fica parado, Mu não parece nada com o que é normalmente, um cara calmo, ele parece estar tomado por um desespero que o faz lutar sem nenhuma estratégia, os raios vão atingindo o fornecedor, são muitos, Mu atira sem parar durante um bom tempo, num instinto meio insano, ao parar de atacar, a fumaça vai se dissipando, e lá está o fornecedor, com seu redor todo cheio de estalactites de minério de ferro, que o protegeram dos raios de Mu, que ao ver isso não se contenta e parte para cima do fornecedor, que faz o minério de ferro rachar em vários pedaços e atira contra Mu, atingindo-o pela rapidez e imprevisão do modo no qual o minério de ferro que fora usado como defesa fora usado como ataque, cada pedaço do minério que pega na armadura de Mu por ser metal com metal cria fagulhas quando o atinge, alguns que o acertam o rosto fazem-no sangrar, Mu é arremessado longe pela chuva de pedras de ferro.
Apesar de ser mais um golpe doloroso para Um, ele se levanta e se prepara a base de ataque, Mu parece que cada vez mais é tomado por uma fúria inexplicável, pois nunca tinha se visto Mu desse jeito.
Ele novamente corre na direção do Fornecedor, parecendo uma investida meio que suicida, já que ele vê o fornecedor envolto de pedaços de ferro.
FORNECEDOR: Tolo, continua a vir na minha direção, nem parece o mesmo cavaleiro que via defendendo a casa de Áries, um sujeito como você não merece viver, morra!
O fornecedor abaixa todos os minérios de ferro, cruza as mãos abertas no peito e manda seu golpe, ELEMENTAL CORROSION (CORROSÃO ELEMENTAL).
Nesse golpe, o fornecedor permanece na mesma posição, porém detrás dele vem uma onda energética como se fosse uma grande onda do mar mesmo, porém, nela, vê-se fogo consumindo a água, junto com areia, o vento fazendo a colisão desses elementos, enquanto no meio deles com esse atrito começam a se formar fagulhas de eletricidade que começam a se tornar grandes trovões, tudo isso avança violentamente para cima de Mu que vai correndo em câmera lenta, pensando.
MÚ: Me desculpe Athena, eu falhei com você como cavaleiro, não tenho mais condições de fazer nada nesse momento, espero que os meus amigos consigam deter esse ser, porém para mim, essa batalha termina aqui, adeus cavaleiros de bronze, adeus cavaleiros de ouro, adeus Athena! Adeus!!!
Continuando na câmera lenta, Mu correndo em direção ao golpe, uma lagrima escorre de seu rosto e no momento da colisão do golpe, a velocidade volta ao normal e Mu e completamente devassado pelo golpe que o engole com uma tremenda violência e velocidade.
Na sala da ampulheta todos sentem o cosmo de Mú se esvaindo.
ALDEBARAN: Não... Mú... Não se entregue.
No santuário Seiya e os outros que acabaram de chegar nos pés das 12 casas sentem o mesmo.
SEIYA: Não... o cosmo de Mú.
SHIRYU: Se esvaiu.
TODOS: Mú... Morreu!!!
SEIYA: Eu não posso ficar aqui parado com uma situação dessas tenho que falar com Shion...
????: Vocês não vão a lugar nenhum.
Todos ficam surpresos, mais um heliópodo aparece para confrontá-los.
SHIRYU: Espere... mas Amon-rá não está morto? Por que ainda inda insiste em lutar.
SHUN: vão todos vocês, eu fico para lutar.
SEIYA: Mas Shun...
SHUN: Vão logo eu o seguro por aqui, alguem tem que ficar para defender o santuário
HYOGA: Está certo, vamos.
????: Aonde vocês pensam que vão eu o pupilo de Alexian de escorpião rei não deixarei vocês passarem.
HYOGA: Alexian? Shun tem certeza que deseja ficar sendo ele pupilo de um faráo que já foi rival de Milo, ele não deve ser fraco.
SHUN: Sim deixe isso comigo, agora vão.
????: Não deixarei!
Shun cria uma barreira como se fosse uma rede com sua corrente e impede a passagem do Heliópodo.
????: Se quer tanto assim morrer sozinho, eu não tenho escolha, morrerá nas mãos de salatis de Mernptah.
Seiya e os outros meio apreensivos seguem pelas doze casas para chegar até Shion.
Enquanto isso Dohko se prepara para usar as armas de libra no mundo do Escravo.
DOHKO: Vamos lá escravo, hei de usar as armas de libra para provar que você está errado.
ESCRAVO: Então venha.
Dohko estende as mãos e de suas costas saem as duas barras duplas, que vão até as suas mãos e se abrem como um nunchako, ele parte para cima do escravo girando cada uma das barras duplas, mesmo de longe Dohko, bate para frente com uma das barras duplas que se esticam para acertar o escravo, esse esquiva e a barra dupla destrói uma grande pedra que estava atrás dele, sucessivamente Dohko, vai fazendo o mesmo com a mão esquerda, a direita, vários golpe que o escravo apenas esquiva.
ESCRAVO: Isso já está ficando cansativo.
O escravo, espera um ataque, segura com as mãos uma das barras duplas e puxa Dohko para sua direção, que é jogado para sua direção, quando ele está para ser atingido por um soco poderosíssimo do escravo, ele se larga que atacou com a direita puxa seu escudo de seu braço esquerdo para sua frente para se proteger, o soco do escravo é tão forte, que a terra toda treme, uma imensa poeira sobe e Dohko é jogado com muita pressão contra uma montanha entrando até um pouco nela, o escravo começa a rir, dohko, se recuperando do golpe que o jogou longe, olha para o escudo de libra, ele está em frangalhos, sem nenhuma possibilidade de defender golpe algum.
DOHKO: Como pode, as armaduras foram revividas pelo sangue de Poseidon...
ESCRAVO: Dohko, entenda, eu sou a existência de força nesse planeta, tudo de mais poderoso em questão de força bruta está em mim, nenhum ser pode ser capaz de ter mais força do que eu.
DOHKO: Não importa ainda tenho outras armas que acabarão com você.
Dohko larga as duas barras duplas, sendo que uma está quebrada, pelo fato do escravo ter a esmigalhado na hora que a segurou, e Dohko pega agora suas espadas, ele puxa as duas cruza elas na sua frente fazendo um tipo de X, na frente.
DOHKO: Essas espadas sagradas são capazes de cortar o que for necessário para fazer justiça, então para elas você perecerá.
ESCRAVO: Vamos ver se existe justiça necessária em você para me deter com esses brinquedos.
Dohko corre na direção do escravo, salta e com as duas espadas praticamente juntas, ele dá um magnífico corte que vai varrendo tudo com seu corte como se fosse uma Excalibur, porém a imagem que se vê no meio do corte, é uma ilusão, atrás de Dohko aparece o Escravo preparado para socá-lo, sem muito o que fazer Dohko, coloca as espadas cruzadas na direção do golpe do escravo que atinge-as, destruindo-as completamente e ainda acertando o peito da armadura de Dohko.
Mais uma vez Dohko é jogado longe contra outra montanha, as espadas ficam em pedaços no local onde Dohko foi atingido, e Dohko, mais uma vez se recuperando do golpe, presta atenção agora no peito de sua armadura que está rachado.
ESCRAVO: Se o golpe tivesse acertado-o diretamente, sua armadura agora estaria com suas espadas, ou talvez pior.
DOHKO: Não me darei por vencido, eu ainda tenho mais para você.
Dohko, puxa um tridente de sua armadura, e o segura com as duas mãos.
DOHKO: Se não posso te atacar de perto, então verá a eficácia de meu tridente.
Dohko começa a atacar com seu tridente, e esse realmente está parecendo ser eficaz, pois o escravo não consegue atacar já que tem que se esquivar de todos os ataques, e além disso, o tridente o mantem afastado de Dohko que continua atacando.
ESCRAVO: Humpt...
O escravo, pula para longe, e levanta as duas mãos para o alto.
DOHKO: Mas o que... ele vai faze...
O escravo acerta com os dois punhos o chão, que com sua estrondosa força abre varias fendas no chão, algumas levantam, outras decaem, fazendo Dohko ficar sem ter como atacar, no meio desta confusão o escravo vai pulando de chão rachado em chão rachado até chegar perto de Dohko, que ainda está meio desequilibrado, vendo sua aproximação ele ataca com sua lança, mas estando próximo demais o escravo esquiva e prende o tridente debaixo de seu braço esquerdo, segurando-o com a mão por baixo, ele parte o tridente, sobrando só uma parte do cabo na mão de Dohko, com a mão direita ele da um golpe certeiro na barriga de Dohko, que mais uma vez é jogado longe, só que em câmera lenta, no momento do soco, aparece a parte da barriga da armadura estoura, Dohko cospe sangue pela boca antes de ser jogado longe.
Agora sofrendo um pouco mais pelo severo golpe, Dohko vagarosamente quase não conseguindo se levanta.
DOHKO: Droga, não posso bobear, mais um golpe desses e posso morrer facilmente, acho que terei que conciliar ataque com defesa... então, usarei o Tonfá.
Dohko puxa seu tonfá para atacar e parte para cima do escravo.
DOHKO: Sei que somente o Tonfá não conseguirá deter o ataque dele, porém posso contra-atacar assim que for acertado.
Dohko continua correndo na direção do Escravo, para atacá-lo, quando ele chega perto, o escravo some, Dohko fica espantado, pois não esperava isso, de repente, o escravo aparece atrás dele dando vários socos, Dohko vai esquivando um por um, porém os socos são tão fortes, que cada soco cria uma pressão de ar que mesmo esquivando ele parece sofrer com os golpes, até receber um golpe que ele sabia que não seria possível esquivar, nesse momento ele usa o Tonfá como defesa, o escravo acerta diretamente no tonfá, esfacelando ele, e ainda causando um pequeno dano ao braço da armadura de libra, mesmo sentindo dor, Dohko, aproveita a situação e ataca com o outro tonfá que acerta o escravo diretamente no peito, o tonfá bate no peito do escravo ele empurra um pouco a pele dele para trás, queima o local atingido e joga o escravo longe.
DOHKO: Ugh... Consegui...
Mas logo após ter acertado o escravo com o tonfá restante, esse mesmo se desfaz com o impacto.
DOHKO: Mas como pode? Que corpo mais resistente...
Um pouco atordoado por ter sido atingido sem ter uma armadura protetora, o escravo levanta, da duas cambaleadas e se ergue novamente.
ESCRAVO: Idiota, não deveria ter feito isso... de que adianta agora se a única arma que fez efeito contra mim, está destruída.
Dohko fica meio perplexo em saber que isso é verdade.
ESCRAVO: Agora está convencido que minha verdade é absoluta, não há nada que você ou alguém possa fazer para impedir o recomeço, ele é inevitável.
DOHKO: Você está esquecendo de uma coisa.
ESCRAVO: O que?
DOHKO: As armas são feitas para fazer a justiça, mas elas não podem fazer o milagre que o meu cosmo pode fazer, prepare-se para receber o golpe mais forte do cavaleiro de libra.
Dohko fica na posição de ataque.
ILHA DE MILOS
Ambos começam a se atacar.
MILO: Maldito... por quê?
ALEXIAN: Hun... huhu...
MILO: Por que você foi ter piedade de mim, por que você foi até as fontes de Athena para me salvar.
ALEXIAN: Milo, Milo... você não vê? Nós fomos destinados a sempre batalhar, nascemos sobre a mesma estrela, tentamos sempre alcançar os mesmos objetivos agora estamos aqui, no nosso local de treinamento para cavaleiros se confrontando mais uma vez. E não é que aqui é um belo local.
Alexian apenas fica encarando Milo
Quando Milo está prestes a atacar ele sente algo estranho...
MILO: mas... o que é isso.
ALEXIAN: Hahaha... como é frágil, eu mal invoquei minha técnica e você já está assim... isso é... medo!
(MILO): Maldito, ele consegue imbutir medo em mim, mesmo eu não estando com medo dele...
MILO: Não adianta, seu medo não irá me infligir, eu já o senti uma vez e não sentirei novamente.
Milo começa a correr em sua direção para ataca-lo com sua agulha escarlate. Mas Alexian consegue escapar de todas, então os dois pulam cada um para seu lado e se encaram.
ALEXIAN: Agora que estamos de igual para igual não preciso me segurar.
MILO: Só que não estamos de igual para igual.
ALEXIAN: Como?
No momento em que alexian fala, pelas pequenas fendas que sua armadura tinha pelas agulhadas de milo começam a jorrar sangue.
ALEXIAN: Ghwaaaaaaa.
MILO: O veneno de minhas agulhas ainda permanecem dentro de você, não se passou nem um dia, eu apenas as reativei encostando em uma das feridas, agora você irá começar a perder todos os seus sentidos, e essa batalha estará perdida para você.
ALEXIAN: Não... não pode ser.
MILO: Porém você não deve morrer. Assim como você me salvou, eu te salvarei também para termos uma luta digna e provarmos quem merece ser o verdadeiro escorpião.
ALEXIAN: Não.. Milo...
Alexian quase não consegue se mexer. Milo aperta um ponto vital seu e a hemorragia começa a estancar.
MILO: Agora é sua vez de repousar para que finalmente podermos lutar de verdade.
Milo o coloca no ombro e o leva de volta ao santuário.



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